Acesso à internet cresce e quase todas as casas conectadas têm banda larga


Autor: Sedac
Data publicação: 23/12/2016

Acesso à internet cresce e quase todas as casas conectadas têm banda larga

O brasileiro está cada vez mais conectado à internet e quem tem acesso à rede investe em conexão de qualidade para navegar. Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta quinta-feira, 22 de dezembro, indica que cresceu o número de residências com acesso à internet e, em praticamente 100% dessas casas, a navegação é feita por meio de banda larga.

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O estudo Acesso à Internet e à Televisão e Posse de Telefone Móvel Celular para Uso Pessoal 2015 indica que, naquele ano, 57,8% dos domicílios brasileiros tinham acesso à internet — significa dizer que seis em cada dez casas do país estão conectadas. Em números, nada menos que 39,3 milhões de casas do país têm acesso à internet.

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Para comparar, em 2013, o percentual era de 48% e, em 2014, superou mais da metade das residências do País, uma vez que 54,9% das residências tinham acesso à rede. As condições para acessar a internet também são muito importantes para o brasileiro. A banda larga está presente em 99,6% das residências do país com internet, enquanto os outros 0,4% ainda usam a conexão discada.

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A banda larga fixa está presente em 71,5% dos domicílios com Internet, enquanto a banda larga móvel cresceu quase 20% e passou a estar presente em 69,8% das residências conectadas. Os lares com ambas as bandas largas chegaram a 41,7% — quer dizer que quatro em cada dez casas têm ambos os tipos de acesso.

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Computador x celular – O IBGE também explicou o equipamento usado pelo brasileiro para acessar a rede. Desde 2014, vem caindo a quantidade de acessos por meio do microcomputador. Em contrapartida, cresce o acesso pelo celular. Entre as casas com acesso à internet, os brasileiros que usaram microcomputador para navegar na rede diminuíram de 76,6%, em 2014, para 70,1%, em 2015.

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Considerando os acessos à internet por meio de equipamentos diferentes do microcomputador, 92,1% (36,2 milhões) tinham acesso por meio de telefone móvel celular — um aumento de 11,7 pontos percentuais em relação a 2014. Outros 21,1% (8,3 milhões) acessavam por tablet (queda de 0,8 ponto percentual); 7,5% (2,9 milhões) pela televisão (aumento de 2,6 pontos percentuais); e 1% (400 mil casas) por outros equipamentos (aumento de 0,1 ponto percentual).

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Vale destacar o acesso à Internet por meio de outros equipamentos, celular e televisão, com aumentos de 21,9%, 22,2% e 63,0% na quantidade de domicílios, respectivamente, em relação a 2014. O acesso à Internet por meio de tablet, que em 2014 havia sido destaque, com crescimento de 50,4% em relação a 2013, aumentou apenas 2,6% de 2014 para 2015.

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A pesquisa do IBGE levou em conta dados obtidos a partir das informações da Pnad 2015 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio), feita em convênio com o então Ministério das Comunicações — desde maio, a pasta passou a fazer parte do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

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