Dia de Finados: recordação e oração pelos entes queridos


Autor: Sedac
Data publicação: 02/11/2016

Dia de Finados: recordação e oração pelos entes queridos

“Celebramos hoje todos os fiéis que já realizaram a própria Páscoa, passaram para a eternidade, plenamente felizes, e já estão na Casa do Pai. Todos nós fomos criados para vivermos eternamente a felicidade, amando a Deus e sendo amados por Ele”, destaca o padre Cesar Augusto dos Santos, reitor do santuário nacional de São José de Anchieta (ES).

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De acordo com o sacerdote, em programa na Rádio Vaticano, Dia de Finados é um momento de reflexão sobre o sentido da existência humana, de onde vem e para onde vai. É uma ocasião em que a arrogância e a prepotência devem ceder lugar à humildade e o ser humano reconhecer que, apesar da grandiosidade é finito. Teve início e terá fim, basta olhar para aqueles que nos cercavam e agora não mais estão ao nosso lado. Também, deveremos pensar em nós, em nosso futuro, em nosso destino definitivo. Mais cedo ou mais tarde, isso acontecerá.

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Exatamente por causa dessa certeza, na visão do padre, devemos viver bem, em harmonia com todos e preparando nossa morada definitiva. Se a morte é certa, quando ela ocorrerá e de que modo, é uma incerteza. Com ela acabam disputas, vanglórias, riquezas, partidarismos políticos, ideologias, classes sociais, tudo.

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Padre Cesar Augusto dos Santos diz ainda que só permanece aquilo que foi realizado por amor e com amor porque o amor é eterno, o Amor é Deus, Deus é Amor! Mesmo o homem mais inteligente e mais rico só levará para o além túmulo aquilo que fez por causa do Amor. O mais se tornará cinzas e irá, com o passar do tempo, para o esquecimento, como nos mostra o que restou de tantos que se julgavam influentes e que até o nome esquecemos.

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O dia de hoje, conforme o reitor, é marcado pela saudade, pela presença da ausência de tantos entes queridos. Mas essa saudade é um sentimento doce, sofrido, mas doce. Recordamos, isto é, trazemos ao coração, a lembrança de pais, filhos, irmãos, avós, amigos, vizinhos, colegas, conhecidos que marcaram com suas presenças nossa vida, nosso dia-a-dia.

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“Se o nosso relacionamento com eles foi bom, dentro do amor, do carinho, dentro da compreensão e do perdão, o dia de hoje será consolador. Será grato fazer essa recordação. Sofremos a saudade, é verdade, mas não nos desesperamos, porque não desperdiçamos a oportunidade de bem conviver e de amar”, diz o padre.

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Ele ressalta que sabemos que um dia nos reencontraremos e juntos viveremos a eternidade com Deus, porque o Céu é o local de encontro, onde nossos entes queridos nos aguardam para a vida feliz, em Deus, para sempre amando e sendo amado!

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“Continuemos fazendo o bem, vivendo os ensinamentos cristãos. Eles são o passaporte para chegarmos à Pátria definitiva. Jesus Cristo, Maria e os nossos queridos que já nos precederam, aguardam por nós. Não os decepcionemos!”, finaliza.

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